
Olá pessoas!
Passei o final de semana estudando um pouco para algumas provas. E lendo alguns textos percebi que dariam ótimas matérias para o blog.
Resolvi publicar alguns dicas que encontrei sobre mudanças e quebra de paradigmas. O que no mundo dos négocios virou "clichê", todos adoram dizer essa palavra magnífica,"Paradigmas" ela até soa bonito nos ouvidos de quem consegue entender seu real significado, para muitos é apenas mais uma palavra do dicionário da língua portuguesa, capaz de expressar algum sentido as emoções vividas.
As dicas são de Maurício Góis que é palestrante e consultor de empresas, seus textos circulam pela net envolvendo pessoas e trazendo um pouco do mundo bussiness.
Alguns tópicos abordados me fizeram rir ahaha...
Quando se vive algo parecido se torna engraçado, principalmente quando esse algo é superado.
Espero que gostem.
Beijos.
Pri Viotto
1. DESPEDIRAM O EMPREGO. O emprego nunca acabará no mundo, pregavam os profetas do passado. E não acabou mesmo. Mas mudou de foco. Saiu o empregado, entrou o empregável ou o que tem espírito empreendedor interno. Contudo, algumas empresas reativas ainda insistem em dizer que empregados são subordinados. Na nova empregabilidade, empregados são parceiros, cooperadores e associados que devem pensar como times e não mais como grupos.
2. VENCER É SER GRANDE NO TERCEIRO FOCO. Para crescer profissionalmente é preciso ter foco no desempenho. Só isso não basta. Para crescer numa empresa é preciso ter foco no resultado. Mais do que isso, não existe resultado se o foco não for o cliente.
3. BUSCAM-SE ESPECIALISTAS ESPECIAIS ESPECÍFICOS. Ser generalista múltiplo é melhor do que ser especialista dirigido, dizia-se no passado. Hoje, desejam-se profissionais especialistas inteligentes, de mente aberta, assertivos, sociáveis, bem-humorados, comprometidos e com alta inteligência emocional.
4. TODOS ESTAMOS SOB A ESPADA DA TENDÊNCIA. Antigamente se falava: as idéias fortes ganharão das fracas. Os projetos bons ganharão dos ruins. E o que é novo destruirá o que é velho. A partir de agora, tudo será classificado como "está dentro da tendência" ou "será esmagado pela tendência".
5. O NOVO DESAFIO DO RECURSOS HUMANOS. Antigamente: contrate pessoas com talento. Hoje: contrate pessoas que gostem de ver clientes satisfeitos. As pessoas são recursos humanos, diziam os antigos. Hoje há quem resista ainda a dizer que as pessoas são mais do que talentos humanos, são seres humanos.
6. NÃO ADIANTA MAIS VESTIR A CAMISA DA EMPRESA. O funcionário atual trabalha para o cliente, não mais para a empresa. Substitua "ganhar é vestir a camisa da empresa" por "ganhar é vestir a camisa do cliente". Não vence mais quem presta serviços e, sim, quem presta serviço que presta. 7. NÃO EXISTE MAIS PROFISSIONAL EXCELENTE. Está morrendo a busca pela excelência profissional pura. Não existe excelência profissional e sim excelência pessoal. As pessoas excelentes serão profissionais excelentes.
8. E PARA A PREVIDÊNCIA DO FUTURO NADA. População maior de jovens tende a dar lugar a uma população maior de velhos. Acontece que os jovens de hoje não estão sendo treinados para terem responsabilidade social para com os velhos do futuro. Como ficará a explosão populacional enrugada do futuro? Quem souber a resposta, me diga, por favor! Por outro lado, há no ar um novo sentimento do velho para com a velhice, um sentimento de charme para com a própria idade. E até de ser símbolo sexual depois dos 50 anos (Cher, Harrison Ford, Richard Gere, Antonio Fagundes, José Mayer, etc). Mas, se você trabalha numa corporação que não é artística, pule essa parte.
9. É VERDADE QUE PARA VENCER HOJE É PRECISO PRIMEIRO DEFINIR A MISSÃO DA EMPRESA? Não, primeiro defina a necessidade do cliente.
10. O NOVO PODER. Dizia-se que o poder estava no governo. Não está mais. Dizia-se também que o poder estava na empresa. Não está mais. Quando a empresa era forte, o cliente era fraco. Hoje, o poder está no cliente. Quando ele ficou forte, algumas empresas ficaram fracas. É preciso dizer: "Cliente, você, hoje, tem várias opções, queremos ser para você a melhor delas."
11. A INTERNET VIRA “AMEAÇANET”, “INFERNET”, “MEDONET”. “A Internet vai destruir as vendas na minha loja, pois os meus clientes passarão a comprar de todo mundo pelo computador.” Esse é o tipo de declaração de quem dirige um negócio orientado para o lucro, não para o cliente. A nova mentalidade dos vencedores é: "Oba, agora o meu cliente tem mais um canal para comprar de mim, que bom para ele! E que ótimo para mim!"
12. CONHECIMENTO É PODER? Performance é poder. Atitude é poder. Postura é poder. Se conhecimento fosse poder todo mundo que soubesse mais ganharia mais. Estão ganhando mais? Para crescer, aceite esta nova verdade: o que conta hoje não é mais o saber. É a sabedoria.
13. ENTÃO QUER DIZER QUE MBA QUER DIZER MAIS BOBO AINDA? Claro que não! Mas se você não tiver espírito empreendedor o MBA ajudará você a ser aquele que apenas segue os rastros dos leões e não aquele que deixa trilhas ou aquele que é a cópia excelente e não o original. O Silvio Santos tem MBA? O dono da sua empresa tem MBA? Um MBA só terá valor se aumentar seu conhecimento, não sua informação, e se fizer você crescer em sabedoria, não em saber. MBA é desejável se fortalecer sua empregabilidade e enriquecer seu empreendedorismo. Fora isso, é apenas título.
14. O IMPORTANTE AGORA É A PERGUNTA. Quem transformava seu conhecimento em resposta era remunerado. Agora, ganha mais quem faz as perguntas certas. Pergunte: "Por que a Nike é a maior indústria de tênis e não tem indústria? Por que a Amazon Books é a melhor livraria e não tem loja? Por que a Avon, Tupperware e Amway mudaram a estrutura do emprego? E o que eu tenho a aprender com isso para reinventar meu negócio e minha vida?”
15. A NOVA MATEMÁTICA DO CONHECIMENTO. Antes se pregava: transforme dados em informação. Hoje: transforme informação em conhecimento. Ser informado não é conhecer.
16. A NOVA FÓRMULA DE GANHAR. Quem sabia mais ganhava mais. A fórmula agora é: quem sabe antes, ganha mais.
17. O IMPORTANTE HOJE É TER OPINIÃO FORTE? Não mais. O importante é ser flexível.
18. A EMPRESA DESSES NOVOS TEMPOS TERÁ DEPARTAMENTO DE CONTROLE DE QUALIDADE? Não. Controle de qualidade não é um departamento. É todo mundo na empresa.
19. O MELHOR É O MAIS BARATO. Quanto mais qualidade tinha um produto, mais caro ele ficava para o consumidor final. Hoje mudou: produto com mais qualidade custa menos. O que ainda não quer dizer comprar uma Ferrari pelo preço do Fusquinha.
20. O NOVO CAMINHO DA EMPRESA VENCEDORA. Com inflação era preciso definir e replanejar o negócio. Sem inflação é preciso reaprender o negócio. O Titanic do futuro agora é para todos. Antes, o patrão estava no barco da ambição lucrativa e o empregado no barco do sindicato. Agora, todos estamos no mesmo barco e, se não dirigirmos certo, até o patrão será despedido.
21. A CRISE QUE NÃO PASSARÁ NUNCA. Essa crise vai passar. Vai, sim! Antes, vendia-se a esperança. Hoje a idéia é: essa crise vai passar e, depois que ela passar, vem outra pior. É preciso olhar a zona de turbulência como coisa natural. A transição é contínua.
22. O DESMONTE DOS ESCALÕES E O VELÓRIO DO PUXA-SAQUISMO. A organização deve ter lideranças hierárquicas fortes e confiáveis. Era o ideal da corporação competitiva do passado. A nova competição mudou isso. A nova empresa tem estrutura horizontalizada de parcerias e comprometimento. Ao mesmo tempo, o puxa-saquismo perde forças. O profissional que sabia massagear o ego da diretoria era promovido. Hoje as empresas estão entendendo que ser paternalista e protecionista leva à falência.
23. A NOVA MANEIRA DE SE RESOLVER PROBLEMAS. As pessoas causam problemas – era o pensamento antigo. O pensamento atual é: os processos causam problemas.
24. CADA MACACO NO SEU GALHO. Cada pessoa deve saber primeiro onde se encaixa no processo geral. Primeiro ensine o porquê fazer, depois, treine o como.
25. NÃO HÁ MAIS CRIME E CASTIGO NAS EMPRESAS. Os líderes diziam: "Quem errou?" Procuravam-se culpados. Hoje, procura-se acertar processos. Os líderes dizem: "O que errou?"
26. O VELHO TRIÂNGULO INSISTE EM NÃO MORRER. Deixe o planejar, organizar e controlar de lado. O mais importante é influenciar, facilitar, inspirar, motivar, ensinar, coordenar, comunicar e liderar.
27. DESAPARECE A FIGURA DO DETETIVE EMPRESARIAL. Viva o controle, dizia-se. Confiar é bom, conferir é melhor. Aumente sua expectativa a respeito da boa performance dos outros. Este é o novo cenário motivacional dos novos gerentes.
28. NETWORKING PASSOU A SER CIÊNCIA E NÃO APENAS REDE DE CONTATOS. Venda pegando cartões e telefonando, gritava o antigo gerente de vendas. Os atuais dizem: "Vença fazendo networking, marketing de relacionamento, criando energia e sinergia. O importante não é o que você sabe e sim quem você conhece.
29. MORRE O VENDEDOR TRAPEZISTA. O bom vendedor era um artista de circo, tinha de ter inteligência verbal e interpessoal. Agora, o bom vendedor é um consultor do cliente, um diagnosticador de necessidades e um apresentador de alternativas, não mais um bem-falante.
30. NASCE O NOVO MARKETING. Marketing era a arte de fazer o cliente comprar o que ele não queria, no tempo que ele não podia e com o dinheiro que ele não tinha. Marketing não é mais departamento. Marketing é muito mais do que As, Pês e Cês. Hoje, é mais do que a administração da criatividade, é até uma filosofia de trabalho que só se reporta a um comitê. Uma empresa eficaz não tem marketing, ela é marketing.
31. O SEGMENTO PERDE A COROA. O importante é investir no segmento, pregava o velho marketing. Hoje: o importante é investir no nicho. Exemplos: mulheres é segmento. Mulheres grávidas é nicho. E dentro de cada nicho, viva a customização. Esse é o novo raciocínio para se voltar a ganhar dinheiro.
32. A NOVA DIRETRIZ DA PARCERIA DOS NEGÓCIOS. Concorrente não tem vez. “Ou eu ou ele” – gritava-se antigamente. Hoje o grito é outro: “Concorrente que não incomoda é aquele que ainda não nasceu. Temos de fazer parceria com eles. Exemplo: por que o caminhão de entregas não pode transportar o meu produto e o do meu concorrente? Nós concorremos por caminhões ou pela preferência do cliente? Há uma nova postura também diante da pesquisa que pode ser feita em parceria com os concorrentes não há pesquisa pronta porque as pessoas não são prontas. É preciso pesquisar continuamente. E por que não junto com meus concorrentes? Afinal, pesquisa nos dá apenas dados. Como transformar dados em conhecimentos, essa é a nova concorrência.
33. A EMPRESA É UM CONCEITO, NÃO MAIS UM LUGAR. A empresa era um lugar. Hoje, a empresa também é um lugar, mas é a Internet, a intranet, o e-learning>, a videoconferência e o que ainda virá. A nova visão é: administre do futuro para o presente. Como diz Prahalad: "Gerencie seu presente, esqueça seletivamente seu passado e dê combustível para o futuro."
34. A NOVA SÃO SILVESTRE. Antes, as empresas corriam atrás dos políticos. Agora vão correm atrás das empresas. Surge o medo da sombra da falência apocalíptica. Se o Estado falir, quebram-se as empresas, falavam os economistas da velha guarda. Hoje se as empresas falirem, quebram-se os Estados.
35. ESQUEÇA A FARSA DA INOVAÇÃO PURA. O importante é inovar sempre – é o lema que continua valendo. Mas mude um pouco: usar kaizem e a velha reengenharia é imprescindível, isto é, ao mesmo tempo que você melhora ainda mais o que já está melhor, destrói sistemas, processos e métodos obsoletos. O segredo para se antecipar às mudanças é construir e destruir ao mesmo tempo.
36. O DIA ANTIGAMENTE TINHA 24 HORAS. E continua tendo. E, no futuro, o dia continuará tendo 24 horas, portanto, abandone velhos conceitos do tipo "o tempo passa" (quem passa é você, o tempo sempre fica), "o tempo voa" (o tempo tem velocidade inalterável, você que é lento, rápido, agitado ou estressado por causa das incertezas do futuro). Administre seu tempo na plenitude da eficácia, consagre sua energia, tempo e esforço para meditar, estudar e desenvolver-se como um ser espiritual que você é. E você estará preparado para as novas mudanças.
37. A ÉTICA TENDE A PERDER A MORAL. Ter valores centrados na ética era tudo o que se pregava quando se falávamos em caráter profissional. Hoje é: tenha valores centrados na espiritualidade. Ela está acima da ética, que pode ser situacional (o que é errado para você pode ser certo para mim), pluralista (há vários conceitos de ética), permissiva, etc. Mas há aqueles que discordarão disso dizendo que o conceito de ética é muito mais amplo que essa nova visão.
Com paixão, flexibilidade, tato, adaptabilidade, inteligência, capacidade de desaprender para reaprender, intensa revisão sobre seus paradigmas, desejo obcecado de crescer, ser persistente sem ser insistente, respeito ao ser humano, espírito empreendedor com gosto pelo risco, humildade para recomeçar, ser proativo e não reativo, inteligência emocional, capital intelectual, iniciativa e vontade de vencer você atingirá o topo. E como diria o velho Zig Ziglar: "Nos veremos lá." ( Maurício Góis )